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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Calendário Escolar, Redução de Carga Horária e Abono X Governo Belezinha







Recursos 


Chapadinha recebeu ontem 05/02 R$ 3.652.993,31 no entanto o que vemos em se tratando de educação é a prefeitura de Chapadinha aplicando mais de 1 milhão de reais em reforma de escolas.


Os professores já tiveram prejuízos inclusive financeiros durante todo o ano de 2013. Valorização profissional e salarial, são alguns dos direitos que atual governo tem negado aos educadores de Chapadinha (veja aqui), a categoria se sente a cada dia mais desmotivada e desprestigiada. O blogueiro Alexandre Pinheiro fez os cálculos confira:


"Como a lei estabelece que destes R$ 3.988,299,94, 60% seja pago a professores que exercem atividades em sala de aula. Como os 60% do total das complementações de 2013 chegam a R$ 2.392.979,96 e estima-se que a prefeitura tenha cerca de 1.050 professores com direito ao pagamento do abono, calcula-se que cada professor deva receber algo em torno de R$ 2.279,03". Leia mais AQUI


Abono X Valorização Salarial 






Recursos a prefeitura tem e não são poucos. E você professor, vai trabalhar aos sábados, abrir mão de um direito conquistado como a Redução de Carga Horária e de abono ou um aumento de no mínimo 15% no seu salário base?


Os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), conforme determina a lei, devem ser aplicados na manutenção e desenvolvimento da educação pública: educação infantil e ensino fundamental para os municípios e nos estados no ensino fundamental e médio.


Fundeb é regulamentado pela Lei nº 11.494/2007. Assim sendo, por essas legislações, o eixo norteador dessa política de Fundos seria o acesso e a permanência à educação básica, aliado a uma educação de qualidade, bem como à valorização dos profissionais da educação. Esses Fundos, especificamente o Fundeb, têm sido a principal fonte de recursos para a manutenção do ensino e à valorização do magistério – remuneração e capacitação.


SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO




As horas laboradas além da jornada normal de trabalho, são consideradas horas extras.



A prefeitura de Chapadinha já anunciou o calendário escolar e o início do ano letivo, a foto do calendário publicada pelos blogs governistas é tão pequena que nem da pra ver e provavelmente o objetivo é esse mesmo.


O período de tempo dedicado à prestação de serviço extraordinário, segundo o artigo 7º, inciso XVI da Constituição Federal, deve ser remunerado com acréscimo de 50% sobre o valor da hora normal de trabalho.


A convocação do docente ou especialista de educação para a prestação de serviço extraordinário, todavia, só pode ser autorizada pela Secretaria da Educação em casos de extrema necessidade nos termos do Decreto 40.193, de 13 de julho de 1995.


Ocorre frequentemente a convocação de funcionários para participar de reuniões pedagógicas, de conselho de classe ou de escola, para atender a pais, alunos e à comunidade, em tempo sempre excedente ao da jornada semanal de trabalho do docente, sem que se pague o adicional pela prestação de serviço extraordinário. Neste caso, o associado deverá procurar o departamento jurídico da subsede da sua região.


ACORDA CHAPADINHA!


Calendário Escolar, Redução de Carga Horária e Abono X Governo Belezinha







Recursos 


Chapadinha recebeu ontem 05/02 R$ 3.652.993,31 no entanto o que vemos em se tratando de educação é a prefeitura de Chapadinha aplicando mais de 1 milhão de reais em reforma de escolas.


Os professores já tiveram prejuízos inclusive financeiros durante todo o ano de 2013. Valorização profissional e salarial, são alguns dos direitos que atual governo tem negado aos educadores de Chapadinha (veja aqui), a categoria se sente a cada dia mais desmotivada e desprestigiada. O blogueiro Alexandre Pinheiro fez os cálculos confira:


"Como a lei estabelece que destes R$ 3.988,299,94, 60% seja pago a professores que exercem atividades em sala de aula. Como os 60% do total das complementações de 2013 chegam a R$ 2.392.979,96 e estima-se que a prefeitura tenha cerca de 1.050 professores com direito ao pagamento do abono, calcula-se que cada professor deva receber algo em torno de R$ 2.279,03". Leia mais AQUI


Abono X Valorização Salarial 






Recursos a prefeitura tem e não são poucos. E você professor, vai trabalhar aos sábados, abrir mão de um direito conquistado como a Redução de Carga Horária e de abono ou um aumento de no mínimo 15% no seu salário base?


Os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), conforme determina a lei, devem ser aplicados na manutenção e desenvolvimento da educação pública: educação infantil e ensino fundamental para os municípios e nos estados no ensino fundamental e médio.


Fundeb é regulamentado pela Lei nº 11.494/2007. Assim sendo, por essas legislações, o eixo norteador dessa política de Fundos seria o acesso e a permanência à educação básica, aliado a uma educação de qualidade, bem como à valorização dos profissionais da educação. Esses Fundos, especificamente o Fundeb, têm sido a principal fonte de recursos para a manutenção do ensino e à valorização do magistério – remuneração e capacitação.


SERVIÇO EXTRAORDINÁRIO




As horas laboradas além da jornada normal de trabalho, são consideradas horas extras.



A prefeitura de Chapadinha já anunciou o calendário escolar e o início do ano letivo, a foto do calendário publicada pelos blogs governistas é tão pequena que nem da pra ver e provavelmente o objetivo é esse mesmo.


O período de tempo dedicado à prestação de serviço extraordinário, segundo o artigo 7º, inciso XVI da Constituição Federal, deve ser remunerado com acréscimo de 50% sobre o valor da hora normal de trabalho.


A convocação do docente ou especialista de educação para a prestação de serviço extraordinário, todavia, só pode ser autorizada pela Secretaria da Educação em casos de extrema necessidade nos termos do Decreto 40.193, de 13 de julho de 1995.


Ocorre frequentemente a convocação de funcionários para participar de reuniões pedagógicas, de conselho de classe ou de escola, para atender a pais, alunos e à comunidade, em tempo sempre excedente ao da jornada semanal de trabalho do docente, sem que se pague o adicional pela prestação de serviço extraordinário. Neste caso, o associado deverá procurar o departamento jurídico da subsede da sua região.


ACORDA CHAPADINHA!


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Piso salarial do magistério será reajustado em 8,32%, conforme a lei. Valor será de R$ 1.697

Segundo o blog do Enedilson aconteceu uma reunião entre sindicato e secretaria de educação na tarde da última segunda-feira (27) e mais uma vez a comissão formada por educadores no próprio sindicato não foi chamada a participar desse encontro.



O blog do Enedilson informa que: ...a secretária de educação disse que se o MEC definir oficialmente o valor do piso, ainda neste mês, o novo reajuste será incluído na folha de pagamento, caso contrário, o poder executivo pagará em fevereiro de forma retroativa a janeiro, sem perdas salariais a categoria. 


"Eu já fiz parte da SEMED em governos anteriores e essa situação já ocorreu no passado, porém, os valores foram devidamente repassados aos professores com retroativos, da mesma forma, tranquilizo a minha categoria que não será diferente, caso o MEC não atualize o piso a tempo de ser incluso na folha de pagamento de janeiro", garantiu Maria Coêlho.



Quero informar aos desavisados que o MEC definiu ontem (quarta-feira, 29 de janeiro de 2014) o valor do piso salarial do magistério confira abaixo:



O piso salarial do magistério deve ser reajustado em 8,32%, conforme determina o artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O novo valor será de R$ 1.697,00.


O piso salarial foi criado em cumprimento ao que estabelece a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea e do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.


Conforme a legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2013, em relação ao valor de 2012. E eleva a remuneração mínima do professor de nível médio com jornada de 40 horas semanais a R$ 1.697.


Assessoria de Comunicação Social


Entenda como funciona o cálculo do piso

Professores iniciam Greve por tempo indeterminado




Os professores do município de Pinheiro iniciaram com protestos (com motos, apitaço, professores, estudantes e simpatizantes) essa semana a luta por reivindicações não atendidas pelo prefeito Filuca Mendes (PMDB).


Ocorre que desde o inicio do ano passado Mendes ignora as necessidades dos professores da rede municipal quando reteve os recursos para pagamento do abono salarial daquele período, já deixado na conta pelo ex-prefeito José Arlindo (PSB). Na época as movimentações foram apresentadas por funcionários do BB para o presidente do sindicato dos professores de Pinheiro Elmo Cunha, que infelizmente não pode fazer nada.


Bom, não houve acordo e desta vez foi pior, nem conversa alguma foi proposta, mais uma vez o abono que nos anos anteriores eram continuamente pagos, sumiu.


Conversamos com o presidente Elmo que nos informou que a greve não tem data prevista para acabar e além do abono eles solicitam o cumprimento do piso salarial e o plano de cargos e salários aprovados na Câmara Municipal de Pinheiro


Aí eu fico escrevendo e pensando, mas se o escroto do Filuca não paga benefícios quando já estão empenhados na conta, vai pagar piso e cumprir acordo salarial? É muita cara dura desse prefeito.., eu em!



Enviado por Ronald Coqueiro

sábado, 25 de janeiro de 2014

Doze faculdades do Maranhão são reprovadas pelo MEC


Instituto Florence1 350x262 Doze faculdades do Maranhão são reprovadas pelo MEC
Florence é, segundo o MEC, a pior IES de São Luís


Das 2.136 instituições de ensino superior no Brasil, 577 não fizeram a lição de casa e reprovaram no Índice Geral de Cursos, um dos indicadores de qualidade do ensino superior no país. Deste total, 12 faculdades maranhenses estão incluídas na lista.


O Instituto Florence, Faculdade Santa Terezinha, Faculdade São Luís (Estácio de Sá), Faculdade do Estado do Maranhão, Pitágoras de São Luís e mais sete instituições no interior do estado das obtiveram conceito 2, considerado insuficiente pelo Ministério da Educação.


Os indicadores de qualidade do ensino superior levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC), além do Conceito Preliminar de Curso (CPC). O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avaliam os programas de pós-graduação das instituições.


Na próxima semana, o MEC deve anunciar medidas para “punir” estas instituições. Uma das medidas possíveis é a proibição de estas faculdades realizarem novos vestibulares até que mostrem soluções para melhorar os índices de avaliação.


Confira as notas das IES que funcionam no Maranhão:

UFMA – 2,96 (3)

UNDB – 2,51 (3)

IFMA – 2,50 (3)

Santa Fé – 2,35 (3)

FACAM – 2,24 (3)

Unibalsas – 2,22 (3)

Uniceuma – 2.18 (3)

Instituto de Ensino Superior Múltiplo – 2,16 (3)

FAMA – 2,13 (3)

Faculdade do Baixo Parnaíba – 2,10 (3)

UEMA – 2,08 (3)

Iesma – 2,07 (3)

Reprovadas: 

Facimp – 1,92 (2)

Faculdade São Luís (Estácio) – 1,92 (2)

CEST- 1,91 (2)

Faculdade de Educação São Francisco – 1,85 (2)

Fama Imperatriz – 1,84 (2)

Faculdade de Educação Santa Terezinha – 1,73 (2)

FACEM – 1,71 (2)

Pitágoras – 1,61 (2)

Instituto Florence – 1,41 (2)

Faculdade Maranhense São José dos Cocais – 1,34 (2)

Faculdade Vale do Itapecuru – 1,21 (2)

Faculdade Evangélica do Meio Norte – 1,20 (2)

MEC REAJUSTA APOIO FINANCEIRO POR ALUNO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Ministério divulgou os valores que serão repassados em 2014 para manutenção de unidades públicas de Educação Infantil que ficaram fora do censo escolar





O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta-feira os valores que serão repassados em 2014 para manutenção de unidades públicas de educação infantil que ficaram fora do censo escolar. Por conta disso, essas unidades ainda não podem, legalmente, receber os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).


Os valores estão definidos na portaria publicada no Diário Oficial da União. O valor anual a ser repassado a municípios e ao Distrito Federal passa a ser de R$ 2.629,27 por aluno de creche pública em período integral; R$ 1.618,01 por aluno de creche pública em período parcial; R$ 2.629,27 por aluno de pré-escola pública em período integral e R$ 2.022,51 por aluno de pré-escola pública em período parcial.


Antes de abril de 2013, até que fossem incluídas no censo, as escolas tinham de usar recursos próprios para manutenção de novas turmas. A iniciativa é consequência do lançamento do Programa Brasil Carinhoso, que integra o Plano Brasil sem Miséria, com meta de beneficiar 2 milhões de famílias com crianças até 6 anos.


Segundo o MEC, com o repasse, os municípios e o Distrito Federal terão condições de iniciar as atividades com recursos recebidos diretamente do governo federal para pagar salários e atender a outras despesas, até que passem a ser contemplados pelo Fundeb.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Administração Colonial no Brasil



Em dezembro de 1530, partiu de Lisboa uma esquadra que mudaria a história das terras conquistadas pelos portugueses na América. Seu comandante era Martim Afonso de Sousa, que, à frente de quatrocentos homens, deu início à ocupação efetiva do território brasileiro.

A ocupação: primeiras providências

Uma das razões pelas quais o governo de Portugal decidiu colonizar as novas terras, a partir de 1530, foi o fato de que na Europa e no Oriente a situação não era mais tão favorável para os portugueses. Os holandeses também haviam entrado no comércio de especiarias das Índias, concorrência que provocava a queda nos preços dos produtos.


Assim, para os portugueses, já não compensava investir em viagens longas e custosas para buscá-los nas Índias e vendê-los a preços pouco atraentes na Europa. Além disso, os franceses faziam constantes incursões ao litoral das novas terras para extrair pau-brasil. Entretanto, uma razão mais forte atraía as atenções da Coroa portuguesa para o Novo Mundo: a notícia de que na América Espanhola havia grandes jazidas de ouro e prata.


Martim Afonso de Sousa na colônia


Martim Afonso de Sousa recebeu do governo português ordens para combater os navios franceses, explorar o rio da Prata (segundo alguns, via de acesso a um reino cheio de riquezas) e criar núcleos de povoamento nas novas terras. Para isso, dispunha de poderes tais como o de distribuir sesmarias (grandes propriedades rurais), de nomear tabeliães e de estabelecer um sistema administrativo no novo território.


Martim Afonso percorreu o litoral até chegar à região do rio da Prata, navegando rumo ao norte. Aportou no litoral do atual estado de São Paulo, onde fundou a vila de São Vicente, em janeiro de 1532, e nessa região implantou a primeira unidade produtora de açúcar da colônia, o Engenho do Senhor Governador ou São Jorge dos Erasmos (1534). Não muito longe de São Vicente foram fundadas, naquele mesmo período, duas outras vilas: Santo André da Borda do Campo, por João Ramalho, e Santos, por Brás Cubas.

As estruturas de poder no início da colonização


Com o planejamento das estruturas político-administrativas da colônia, a Coroa portuguesa buscava viabilizar o processo de ocupação do território e criar condições para o desenvolvimento de atividades econômicas rentáveis, de acordo com o modelo de mercantilismo europeu. Para tanto, resolveu adotar na colônia os padrões administrativos da metrópole, aliados à experiência portuguesa nas ilhas do Atlântico.


Em 1532, o rei dom João III decidiu aplicar na colônia da América uma divisão administrativa que havia dado bons resultados nos Açores e na ilha da Madeira: o sistema de capitanias hereditárias.


Quase duas décadas depois, criou-se um poder central, o govemo-geral, e, no âmbito local, foram instituídas as câmaras municipais, semelhantes às já existentes em Portugal.

As capitanias hereditárias





As capitanias hereditárias eram enormes faixas de terra que se limitavam a leste com o oceano Atlântico e a oeste com a linha de Tordesilhas. Essas terras foram doadas pelo rei a militares, burocratas e comerciantes portugueses, que receberam o título de “capitães donatários”.


Para formalizar seus direitos e deveres, o governo português lançou mão de dois documentos: a Carta de Doação e o Foral.


De acordo com a Carta de Doação, o capitão donatário detinha a posse da capitania, mas não a sua propriedade.


Dessa forma, não podia nem vendê-la nem dividi-la. Já o Foral dava-lhe amplos poderes: ele podia, entre outras coisas, fundar vilas, conceder terras (as sesmarias) e arrecadar impostos. Ele também podia receber tributos sobre a produção das salinas, as moendas de água e os engenhos, além de monopolizar a navegação fluvial.


Cabia-lhe, ainda, a aplicação das leis em suas possessões, bem como a defesa militar da capitania.


Com as capitanias hereditárias foi criado um sistema político-administrativo descentralizado, ou seja, não havia um governo central. Todos os donatários reportavam-se diretamente ao rei. Os donatários eram os responsáveis pelos custos do processo de implantação e do funcionamento das capitanias. Dessa forma, a Coroa portuguesa transferia para particulares o ônus da colonização. Para si, o rei reservou o monopólio das drogas-do-sertão, que eram as especiarias da floresta Amazônica (castanha-do-pará, cravo, guaraná, canela etc.), e uma parte dos impostos arrecadados.


O governo-geral


As capitanias não desapareceram imediatamente. Pouco a pouco, foram retomando ao domínio da Coroa portuguesa, por confisco ou por meio do pagamento de indenizações aos donatários. Com isso, perderam seu caráter privado, passando à esfera pública. Entretanto, mantiveram a função de unidade administrativa até o início do século XIX, quando transformaram-se em províncias.


A transferência das capitanias para o domínio da Coroa só foi concluída no período entre 1752 e 1754, sob as ordens do marquês de Pombal, espécie de primeiro-ministro de dom José I. Contudo, em 1548 o fracasso desse sistema já havia levado o governo de Portugal a criar um órgão central para administrar a colônia: o governo-geral.


No ano seguinte, chegou à Bahia Tomé de Sousa, o primeiro governador-geral. Ele veio acompanhado de aproximadamente mil pessoas, entre elas um grupo de padres jesuítas chefiado por Manuel da Nóbrega, além de funcionários da administração, militares, artesãos e degredados.


O governo-geral tornou-se o centro político da administração portuguesa na América. Sua legitimidade foi estabelecida pelo Regimento de Tomé de Sousa, de 1548, que determinava as funções administrativas, judiciais, militares e tributárias do governador-geral. Para assessorá-lo, havia três altos funcionários: o ouvidor-mor, responsável pela justiça; o provedor-mor, encarregado da tributação; e o capitão-mor, responsável pela defesa.


O cargo de govemador-geral subsistiu até o século XVIII, quando foi substituído pelo de vice-rei. Os três primeiros governadores-gerais foram:




• Tomé de Sousa (1549-1553): durante seu governo foi fundada a cidade de São Salvador, que se tomou sede do govemo-geral e capital da colônia. A Bahia passou a ser a Capitania Real do Brasil. Foram estabelecidos o primeiro bispado e o primeiro colégio da colônia. Na imagem ao lado, a representação de Tomé de Sousa desembarcando na Terra de Santa Cruz, de autor anônimo.


• Duarte da Costa (1553-1558):enfrentou grande instabilidade política, causada, entre outros fatores, pela invasão francesa do Rio de Janeiro (1555); entrou em atrito com o bispo do Brasil, Pero Fernandes Sardinha, que criticava o comportamento e a violência de seu filho, dom Álvaro da Costa. Um dos marcos de seu governo foi a fundação do Colégio de São Paulo, em 25 de janeiro de 1554. O colégio, fundado pelos jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, deu origem à cidade de São Paulo.


• Mem de Sá (1558-1572): fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1565; juntamente com seu sobrinho, Estácio de Sá, expulsou os franceses do Rio de Janeiro. É considerado o melhor governador-geral do século XVI.


O poder local: as câmaras municipais


A partir de cerca de 1550, a administração das cidades e vilas ficou nas mãos das câmaras municipais. Esses órgãos administrativos eram formados por três ou quatro vereadores, dois juízes ordinários, um procurador, um escrivão e um tesoureiro, eleitos pelos chamados "homens bons”. Além disso, contavam com alguns funcionários nomeados, conhecidos como "oficiais da Câmara”. Cabia aos membros da Câmara elaborar as leis e fiscalizar o seu cumprimento, assim como nomear juízes, arrecadar impostos e cuidar do patrimônio público (estradas, ruas, pontes etc.), do abastecimento e da regulamentação das profissões e do comércio.


As câmaras municipais representavam os interesses dos proprietários locais. Esse poder, delegado pelos senhores de engenho aos vereadores (membros eleitos da Câmara), às vezes entrava em conflito com o poder central, representado pelo govemador-geral. Exemplo disso foi a Câmara de Olinda, na capitania de Pernambuco, que em 1710 chegou a comandar uma luta armada contra as tropas do governo porque se opunha à elevação do Recife à condição de vila.


A partir de 1642, com a criação do Conselho Ultramarino, que detinha forte controle político-administrativo sobre a colônia, as câmaras municipais foram pouco a pouco perdendo seu poder.


Mudanças na organização administrativa colonial


A organização administrativa da colônia passou por várias mudanças entre os séculos XVI e XVIII. Em 1548 foi dado o nome de Estado do Brasil pelo governo português. Os limites territoriais do Brasil atual não eram, nem de perto, os do período colonial. Durante anos, a Coroa ficou apenas na exploração das faixas litorâneas e aos poucos foi ampliando as terra para o oeste. Em 1572 foram estabelecidos dois govemos-gerais: um ao norte, com capital em Salvador, e outro ao sul, com sede no Rio de Janeiro. Seis anos depois, os governos foram reunificados, com a capital tendo permanecido em Salvador.


Em 1621, uma nova divisão administrativa criou o Estado do Brasil, com sede em Salvador (e a partir de 1763 no Rio de Janeiro), e o Estado do Maranhão, com capital em São Luís (mais tarde, Estado do Maranhão e Grão-Pará, com sede em Belém). Em 1641, houve uma reorganização administrativa e a capital foi transferida para Salvador. Em 1774, a colônia voltou a ser reunificada administrativamente.


O papel da Igreja na administração colonial


A Igreja católica foi a grande parceira da Coroa portuguesa na tarefa de administrar a colônia. Para a instituição, os principais objetivos da conquista e da colonização das novas terras eram difundir a fé cristã em sua versão católica apostólica romana, bem como promover a catequese dos índios e administrar a vida espiritual dos colonos segundo os preceitos estabelecidos pela Santa Sé. Além de cristianizar os indígenas, buscava evitar o desregramento dos costumes entre os colonos, combater sua tendência à poligamia com as índias e educar os filhos desses colonos dentro dos preceitos religiosos da Igreja católica.


Para isso, os primeiros religiosos a chegar trataram de construir igrejas, capelas e escolas, criar paróquias e dioceses. Aos poucos ia surgindo uma estrutura material e administrativa de enorme interesse para o governo português e para a Santa Sé, que estavam preocupados em manter um rígido controle sobre as atividades e a vida religiosa da colônia.



Por: Paulo Magno da Costa Torres

Veja também:

Como produzir um bom texto



A escrita é algo que exige domínio



Muitas pessoas sentem dificuldades ao escrever um texto, pois toda escrita exige certos detalhes que sempre devemos estar atentos.



Mas esta dificuldade não existe, pois no momento em que vamos descobrindo os passos corretos para a produção textual, chegamos à conclusão de que esta é uma tarefa bem simples.

Antes de tudo, é preciso entendermos que um texto jamais poderá ser um amontoado de palavras, escritas sem organização e sem sentido. Tudo que planejamos escrever precisa ser colocado antes em um rascunho, onde as ideias serão reunidas, para depois serem transportadas para o papel.

É muito importante conhecermos sobre o assunto do qual iremos escrever, pois caso contrário, não teremos ideias suficientes para atingirmos um bom resultado. Essa nossa capacidade de desenvolver bem as ideias vai aumentando com o passar do tempo, de acordo com nossa leitura constante, com a troca de experiências, como por exemplo, o diálogo com pessoas estudiosas, entre outros. 


Outro detalhe é a pontuação. Você se lembra dos parágrafos, das vírgulas, da ortografia correta das palavras? Esses são elementos essenciais. Mas não se preocupe! Algumas dicas lhe ajudarão a se tornar um bom escritor:


Os parágrafos servem para evitar que as ideias fiquem desordenadas.


No caso de textos com diálogos entre personagens, devemos “acordar” nossa criatividade e imaginação e dar atenção especial aos seguintes sinais de pontuação:



O travessão (-) – marca a mudança de fala dos personagens.
Os dois pontos (:) – servem para indicar o momento em que um personagem irá falar.
O ponto de interrogação (?) – indica uma pergunta
O ponto de exclamação (!) – revela algum sentimento vivido pelos personagens.



Aquilo que você pretende dizer precisa estar claro para que o leitor possa compreender sua mensagem, neste caso está incluso a questão da ortografia. Ela deverá ser legível em todas as ocasiões.


E para não esquecer, é necessário que o texto contenha: começo, meio e fim.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Escola Kids

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A função da reunião de pais






Reunião de pais: um momento de desabafo.



Segundo a LDB (Lei de Diretrizes e Bases-Lei 9.39496) “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana...”. 


As escolas brasileiras possuem características similares quando o assunto é reunião de pais, isso por que todas realizam esse procedimento. As reuniões acontecem em geral em determinados períodos do ano, especialmente no fechamento dos bimestres, momento que marca a entrega de notas. 


O sistema brasileiro de ensino propõe que um aluno para avançar nas séries de ensino subsequentes deve obter notas mínimas em todas as disciplinas, desse modo, os principais objetivos das periódicas reuniões é justamente para discutir esse assunto. 


Em praticamente todas as reuniões promovidas pelas escolas as realidades são idênticas, até mesmo a estrutura delas são parecidas, os pais dos alunos que obtiveram notas elevadas e que apresentam bom comportamento são parabenizados e os pais daqueles que não atingiram as médias estabelecidas pela escola e que não apresentam comportamento apreciado, são alertados quanto à falta de interesse e disciplina do filho. 


A concepção de grande parte dos educadores em momento de reunião de país é de “vingar” do aluno, pois existe a possibilidade de colocar os pais contra os filhos a partir do “arsenal” de informações negativas obtidas no decorrer do bimestre e que nesse momento é emitido para os responsáveis. Esses educadores esperam não uma melhoria e sim uma punição por parte dos pais. 


Esse agrupamento escolar não deve ter tal configuração, pois ao invés de promover uma evolução positiva pode dificultar o desenvolvimento do aluno. 


A escola deve abrir espaços para solucionar ou pelo menos buscar alternativas para uma melhoria na realidade escolar do aluno, desse modo deve-se estabelecer parcerias entre a escola e os pais, para que haja uma condução positiva dos possíveis problemas, além disso, os professores devem compreender a realidade em que vive determinado educando, para que não venha fazer julgamentos precipitados a respeito do mesmo. 


Isso faz parte da realidade de muitas crianças, adolescentes e jovens, quando alguns alunos não apresentam bons resultados escolares são reprimidos ou excluídos como um ser para o qual não há solução, sendo que muitas vezes esse indivíduo é fruto de lar desestruturado, pais separados, quando existe alcoolismo na família, violência, dentre muitas outras mazelas de ordem familiar. 


Nesse sentido é que a reunião deve se focalizar, na troca de informações para que a partir desse ponto possa elaborar de forma conjunta uma solução, e que não se resuma somente em períodos de fechamento de notas, mas no decorrer de todo o ano. 


Essa perspectiva não é algo que ocorre na totalidade das escolas, ou seja, não é uma regra, porém é a pratica mais difundida no meio escolar, nesse caso o melhor é planejar objetivos e questionamentos direcionados à família e que essa também agregue contribuições, uma vez que a escola não consegue educar sozinha. 


A educação deve ser instituída com a participação efetiva de pais e escola. As reuniões devem fazer parte da realidade escolar como algo harmonioso e um centro de soluções para vida escolar dos alunos.



Com a contribuição do Portal Terra

Ensinando a fazer inferência

A música é uma forte aliada para melhorar a interpretação dos alunos, pois, com ela, eles aprendem a ler as entrelinhas, a fazer inferência, a presumir, enfim, tornam-se leitores.



A música pode ajudar ao professor a desenvolver nos alunos a capacidade de fazer inferência
A música pode ajudar ao professor a desenvolver nos alunos a capacidade de fazer inferência


Um dos grandes desafios do professor em nossos dias é, sem dúvida, formar leitores competentes. É incrível como a visão dessa geração é superficial! A maioria só consegue visualizar as linhas, entretanto, sabemos que interpretar é conseguir transpor o dito para encontrar o não dito. Nessa busca, é preciso presumir, deduzir, inferir.


Formar leitores competentes não é uma tarefa fácil, mas é possível. Os alunos estão acostumados a encontrar tudo muito pronto, de acesso rápido, por isso, têm dificuldade de analisar e, consequentemente, de interpretar. O que fazer para melhorar essa realidade? Certamente esse é o grande questionamento dos profissionais de educação, especialmente os de língua portuguesa.


Para desenvolver a capacidade de leitura dos alunos, a música pode ser uma forte aliada, pois os aproxima da palavra e do texto de forma agradável. Mesmo quando o estilo de música não os agrada, é certo que não vão esquecer aquelas explicações.


A música “Cálice”, de Chico Buarque, é excelente para mostrar aos alunos o que é interpretar. Por ter sido escrita na época da ditadura, explicita muito bem a capacidade de ler as entrelinhas, de transpor o sentido das palavras, de deduzir, de prever.


Após a leitura ou audição da música, comece a pedir que falem sobre ela. É provável que muitos ficarão presos às linhas, ao que a música diz. Vencida essa etapa, é importante explicar em que momento a canção foi escrita e qual era seu objetivo. A partir disso, comece a trabalhar com a segunda etapa do processo de leitura, o que o texto quis dizer. Explique os recursos linguísticos utilizados pelo autor e como foram importantes para transmitir a mensagem.


Sugestões:



Explicar a dupla possibilidade de leitura do título do poema;


Mostrar as rimas feitas pelo autor;


Mostrar como os jogos de palavras enriquecem o texto, por exemplo, “Acordar calado/ calada da noite;


A importância da intertextualidade para a construção do sentido.


Terminada a interpretação da música, não deixe de enfatizar a importância do contexto e das inferências para a interpretação, pois a leitura do que está implícito só será possível através do uso desses recursos.


Por Mayra Pavan
Graduada em Letras

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

REUNIÃO IMPORTANTE...





Às 10h15min, no GABINETE da Prefeita Municipal – Maria Ducilene Pontes Cordeiro que não pode receber por está viajando, acompanhados da Diretoria Executiva do SINDCHAP, recebidos pelos Secretários de Trabalho – Zezinho Lima, Secretário de Assistência Social – Francisco Paiva, Secretário de Administração – Ilmar Mota, Secretario Especial – Chacal e assessores de comunicação, da CGM, Blogueiros, fotógrafos, etc.



Preocupados com a situação financeira da SEMED – Secretária Municipal de Educação, aconteceu reunião com os já citados acima e um grupo de Professores, representante da FETRAM/CUT-MA, dois Vereadores e outros servidores para tratarmos de uma grande pauta de reivindicação da categoria de servidores, com destaque o que segue:
• Calendário de Pagamento;
• Reajuste Salarial de abril de 2013, 8,22%
• Reajuste Salarial para 2014, até o momento de 8,32%;
• Gestão da Educação.


Preocupado com a situação de Chapadinha a FETRAM/CUT-MA, sob olhar da minha pessoa como Secretário da entidade. Solicita dos Gestores Municipais, uma visão especial sobre aplicação dos recursos do FUNDEB e que os Conselhos Municipais do FUNDEB vejam com muita dedicação a forma de aplicação desse recurso, ou vai ficar um grupo especial de funcionários (Professores) a ver navios em todo final de ano.

Por: Raimundo Gomes Neto

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

SINDCHAP finalmente reconhece a luta dos Insatisfeitos e Unifica-se na Luta e Prefeitura Promete Pagar Educação Ainda Hoje

Depois de uma luta solitária, muitas vezes não reconhecida e até transformada em chacota por nossos dirigentes sindicais, veja abaixo alguns exemplos:






Depois de tantos movimentos, de tantos avisos e aqui vou citar apenas quatro:





E...


Somente depois de uma gravação onde a prefeita diz que havia conversado com o SINDCHAP e que os dirigentes da entidade estavam a par de todos os problemas administrativos que a prefeitura enfrenta e diante das cobranças feitas pelos "insatisfeitos" é que o SINDCHAP reconheceu a nossa luta que sempre foi por nossos direitos e para não chagarmos ao atraso MORAL de salários.


Em reunião realizada hoje na sede do SINDCHAP o secretário geral  da entidade Enedilson Santos alegou que chegou a fazer um parecer onde desaprovava a prestação de contas e os gastos com folha de pagamento da educação  sempre acima dos 60% previstos pelo FUNDEB ainda de acordo com o secretário e presidente do conselho do FUNDEB esse parecer teria sido rejeitado pelos demais membros do conselho.


Um dos associados chegou a indagar o porque Enedilson Santaos não publicou esse parecer em seu blog já que o conteúdo é de interesse da comunidade, ele teria a obrigação moral de publicar, mas o secretário não respondeu a pergunta do servidor.


Vera Lúcia vice presidente da entidade argumentou pela necessidade de esperar o fim do prazo legal para que a prefeita pagasse os salários, professores presentes lembraram que as lutas e movimentos sindicais sempre aconteceram independentes de prazo de legal e o sindicato tinha que ter convocado assembléia para colocar os servidores a par da situação.


A esposa do professor Armando Ferreira, professora Regina ainda chegou a declarar que por telefone a adjunta de Educação professora Maria Coelho havia garantido que o pagamento dos professores da rede municipal seria depositado ainda na tarde de hoje, mas até este momento não há salário nas contas e muito menos um pronunciamento oficial de nossa digníssima prefeita. Lamentável!


O presidente da entidade Armando Ferreira declarou que irá a luta com os servidores, que não tem "rabo preso", nem deve favores ao governo.

O SINDCHAP se comprometeu em entrar na luta pelo reajuste salarial dos professores de 8% que a prefeitura deixou de cumprir em 2013 e pelo pagamento imediato de mais 8% referentes ao que a categoria passa a ter direito em 2014


Um novo movimento está marcado para amanhã as 9 horas da manhã.


Concentração sede do SINDCHAP












SERVIDORES COMPAREÇAM PORQUE PIOR DO QUE ESTÁ PODE FICAR!

"SÓ A LUTA MUDA A VIDA"!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Prefeitura deve pagar nesta quinta-feira o abono da educação para os professores

Enquanto a prefeita Ducilene Belezinha ainda não pagou nem o salário de dezembro e muito menos cumpriu suas promessas de campanha... 



Prefeitura de Pirapemas paga nesta quinta-feira o abono da educação para os professores





A Prefeitura de Pirapemas informa aos professores da rede municipal de ensino que vai está disponível nesta quinta-feira (02/01) nas contas bancárias dos servidores ativos o valor referente ao abono salarial 2013. Vale ressaltar que a prefeitura iniciou no ano passado a cumprir o plano de cargos e salários dos servidores da educação.


Segundo a assessoria da prefeitura, o pagamento do abono ao professores, só foi possível porque a gestão municipal conseguiu organizar as suas finanças em 2013, possibilitando o pagamento em dia não só do funcionalismo, mas também dos contratos e demais compromissos. 



Quando assumiu a prefeitura, em janeiro de 2013, Dr.Iomar encontrou uma prefeitura inadimplente e um rombo financeiro.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Aquarela: Alunos da Escola D. Pedro I



PARABÉNS A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE DESENVOLVEM UM TRBALHO AINDA MELHOR QUE O MEU, MAS QUE INFELIZMENTE NÃO CHEGA A SER PUBLICADO.


Trabalhando com música:  “Aquarela” – Toquinho - cartazes, texto, cores!



Aqueles que ao longo do ano se tornaram mais que alunos, amigos de coração.




Boas Festas e Feliz Ano Novo!